Cadê minha certeza?
Cadê minha atitude?
Ai, baiano...
O que será?
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Confesso
Confesso, acordei achando tudo indiferente
Verdade, acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final
Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas
Mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego,
Eu não te deixo em paz
Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais
Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade
Mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo
Ou não volte mais
Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade
Mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo
Ou não volte mais
Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais
[Ana Carolina]
Verdade, acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final
Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas
Mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego,
Eu não te deixo em paz
Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais
Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade
Mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo
Ou não volte mais
Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade
Mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo
Ou não volte mais
Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais
[Ana Carolina]
quarta-feira, 24 de março de 2010
D10 da ausência
Sinto sua falta.
Talvez não a sua especificamente, mas do papel que só foi ocupado por vc em minha vida.
Ainda lembro vc em cada instante.
Apesar de tudo.
Ainda tudo.
Ainda sinto.
No décimo dia da provação de Greg.
Ainda faltam cinquenta.
Resistirei à ausência?
Possivelmente.
Final-mente.
Talvez não a sua especificamente, mas do papel que só foi ocupado por vc em minha vida.
Ainda lembro vc em cada instante.
Apesar de tudo.
Ainda tudo.
Ainda sinto.
No décimo dia da provação de Greg.
Ainda faltam cinquenta.
Resistirei à ausência?
Possivelmente.
Final-mente.
sábado, 20 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Baranguísse completa é meu nome
Há uma nuvem de lágrimas
Sobre meus olhos
Dizendo prá mim
Que você foi embora
E que não demora
Meu pranto rolar...
Eu tenho feito de tudo
Prá me convencer
E provar que a vida
É melhor sem você
Mas meu coração
Não se deixa enganar...
Vivo inventando paixões
Prá fugir da saudade
Mas depois da cama
A realidade
Essa tua ausência
Doendo demais...
Dá um vazio no peito
Uma coisa ruim
O meu corpo querendo
Seu corpo em mim
Vou sobrevivendo
Num mundo sem paz...
Aaaaaaaaah!
Jeito triste de ter você
Longe dos olhos
E dentro do meu coração
Me ensina a te esquecer
Ou venha logo
E me tire desta solidão...
Sobre meus olhos
Dizendo prá mim
Que você foi embora
E que não demora
Meu pranto rolar...
Eu tenho feito de tudo
Prá me convencer
E provar que a vida
É melhor sem você
Mas meu coração
Não se deixa enganar...
Vivo inventando paixões
Prá fugir da saudade
Mas depois da cama
A realidade
Essa tua ausência
Doendo demais...
Dá um vazio no peito
Uma coisa ruim
O meu corpo querendo
Seu corpo em mim
Vou sobrevivendo
Num mundo sem paz...
Aaaaaaaaah!
Jeito triste de ter você
Longe dos olhos
E dentro do meu coração
Me ensina a te esquecer
Ou venha logo
E me tire desta solidão...
sábado, 13 de março de 2010
Mentiras
Nada ficou no lugar
Eu quero quebrar essas xícaras
Eu vou enganar o diabo
Eu quero acordar sua família...
Eu vou escrever no seu muro
E violentar o seu gosto
Eu quero roubar no seu jogo
Eu já arranhei os seus discos...
Que é pra ver se você volta,
Que é pra ver se você vem,
Que é pra ver se você olha,
Pra mim...
Nada ficou no lugar
Eu quero entregar suas mentiras
Eu vou invadir sua aula
Queria falar sua língua...
Eu vou publicar os seus segredos
Eu vou mergulhar sua guia
Eu vou derramar nos seus planos
O resto da minha alegria...
Que é pra ver se você volta,
Que é pra ver se você vem,
Que é pra ver se você olha,
Pra mim...(2x)
[Adriana Calcanhoto]
Eu quero quebrar essas xícaras
Eu vou enganar o diabo
Eu quero acordar sua família...
Eu vou escrever no seu muro
E violentar o seu gosto
Eu quero roubar no seu jogo
Eu já arranhei os seus discos...
Que é pra ver se você volta,
Que é pra ver se você vem,
Que é pra ver se você olha,
Pra mim...
Nada ficou no lugar
Eu quero entregar suas mentiras
Eu vou invadir sua aula
Queria falar sua língua...
Eu vou publicar os seus segredos
Eu vou mergulhar sua guia
Eu vou derramar nos seus planos
O resto da minha alegria...
Que é pra ver se você volta,
Que é pra ver se você vem,
Que é pra ver se você olha,
Pra mim...(2x)
[Adriana Calcanhoto]
Sobre o eu...
"Ela tinha sonhos.
Agora, já não sabe mais se é capaz de acreditar.
Tenta não se envolver.
Será que é possível?
Saudades...
Se houver outra vida,
que eu seja menos sonhadora, menos idealizadora
Enfim, que eu não seja eu."
Agora, já não sabe mais se é capaz de acreditar.
Tenta não se envolver.
Será que é possível?
Saudades...
Se houver outra vida,
que eu seja menos sonhadora, menos idealizadora
Enfim, que eu não seja eu."
terça-feira, 9 de março de 2010
Estupor
esse súbito não ter
esse estúpido querer
que me leva a duvidar
quando eu devia crer
esse sentir-se cair
quando não existe lugar
aonde se possa ir
esse pegar ou largar
essa poesia vulgar
que não me deixa mentir
[leminski]
esse estúpido querer
que me leva a duvidar
quando eu devia crer
esse sentir-se cair
quando não existe lugar
aonde se possa ir
esse pegar ou largar
essa poesia vulgar
que não me deixa mentir
[leminski]
segunda-feira, 8 de março de 2010
Por não estarem distraídos - Clarice Lispector
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles.
Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque -- a sede é de graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração.
Como eles adimiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto.
No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e durs, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram.
Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios.
Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque -- a sede é de graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração.
Como eles adimiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto.
No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e durs, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram.
Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios.
Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
domingo, 7 de março de 2010
Da doença
Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo da gente.
Preciso conduzir
Um tempo de te amar,
Te amando devagar e urgentemente.
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez,
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez.
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente...
Prefiro, então, partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente.
Depois de te perder,
Te encontro, com certeza,
Talvez num tempo da delicadeza,
Onde não diremos nada;
Nada aconteceu.
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu.
[chico buarque - todo o sentimento]
Até se consumar
O tempo da gente.
Preciso conduzir
Um tempo de te amar,
Te amando devagar e urgentemente.
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez,
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez.
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente...
Prefiro, então, partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente.
Depois de te perder,
Te encontro, com certeza,
Talvez num tempo da delicadeza,
Onde não diremos nada;
Nada aconteceu.
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu.
[chico buarque - todo o sentimento]
quinta-feira, 4 de março de 2010
"Enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida."
[Machado de Assis]
[Machado de Assis]
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Nada a ver com o clima pós carnaval, mas não deu pra postar antes
"Aparentemente de vez em quando os adultos têm tempo de sentar e contemplar o desastre que é a vida deles. Então se lamentam sem compreender e, como moscas que sempre batem na mesma vidraça, se agitam, sofrem, definham, se deprimem e se interrogam sobre a engrenagem que os levou até ali onde não queriam ir. Os mais inteligentes até transformam isso numa religião:ah, a desprezível vacuidade da existência burguesa! (...) 'Que fim levaram nossos sonhos de juventude?', perguntam com ar desiludido e satisfeito. 'Desfizeram-se, e a vida é uma bandida'. Detesto essa falsa lucidez da maturidade. O fato é que são como os outros, são crianças que não entendem o que lhes aconteceu e bancam os durões quando na verdade têm vontade de chorar.
No entanto, é simples entender. O problema é que os filhos acreditam nos discursos dos adultos e, ao se tornar adultos, vingam-se enganando os próprios filhos. 'A vida tem um sentido que os adultos conhecem' é a mentira universal em que todo mundo é obrigado a acreditar. Quando, na idade adulta, compreende-se que é mentira, é tarde de mais. O mistério permanece intacto, mas toda a energia disponível foi gasta há muito tempo em atividades estúpidas. Só resta anestesiar-se, do jeito que der, tentando ocultar o fato de que não se encontra nenhum sentido na própria vida e enganando os próprios filhos para tentar melhor se convencer.
(...)
A pessoas crêem perseguir estrelas e acabam como peixes-vermelhos num aquário. Fico pensando se não seria mais simples ensinar desde o início às crianças que a vida é absurda. Isso privaria a infância de alguns bons momentos, mas faria o adulto ganahar um tempo considerável - sem falar que, pelo menos, seríamos poupados de um traumatismo, o do aquário."
A elegância do ouriço, trecho do pensamento profundo nº1 de Paloma
"Aparentemente de vez em quando os adultos têm tempo de sentar e contemplar o desastre que é a vida deles. Então se lamentam sem compreender e, como moscas que sempre batem na mesma vidraça, se agitam, sofrem, definham, se deprimem e se interrogam sobre a engrenagem que os levou até ali onde não queriam ir. Os mais inteligentes até transformam isso numa religião:ah, a desprezível vacuidade da existência burguesa! (...) 'Que fim levaram nossos sonhos de juventude?', perguntam com ar desiludido e satisfeito. 'Desfizeram-se, e a vida é uma bandida'. Detesto essa falsa lucidez da maturidade. O fato é que são como os outros, são crianças que não entendem o que lhes aconteceu e bancam os durões quando na verdade têm vontade de chorar.
No entanto, é simples entender. O problema é que os filhos acreditam nos discursos dos adultos e, ao se tornar adultos, vingam-se enganando os próprios filhos. 'A vida tem um sentido que os adultos conhecem' é a mentira universal em que todo mundo é obrigado a acreditar. Quando, na idade adulta, compreende-se que é mentira, é tarde de mais. O mistério permanece intacto, mas toda a energia disponível foi gasta há muito tempo em atividades estúpidas. Só resta anestesiar-se, do jeito que der, tentando ocultar o fato de que não se encontra nenhum sentido na própria vida e enganando os próprios filhos para tentar melhor se convencer.
(...)
A pessoas crêem perseguir estrelas e acabam como peixes-vermelhos num aquário. Fico pensando se não seria mais simples ensinar desde o início às crianças que a vida é absurda. Isso privaria a infância de alguns bons momentos, mas faria o adulto ganahar um tempo considerável - sem falar que, pelo menos, seríamos poupados de um traumatismo, o do aquário."
A elegância do ouriço, trecho do pensamento profundo nº1 de Paloma
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Depois do Carnaval...
Quando eu te pegar você vai ver, você vai ver
Ai de ti, ai de ti.
Vai se amarrar só querer saber de mim
Você vai se dar bem e eu também
Você vai se dar bem e eu também
Comigo é na base do beijo
Comigo é na base do amor
Comigo não tem disse me disse
Não tem chove não molha desse jeito que sou
Quando amo é pra valer
Quando amo é pra valer
Dou carinho me entrego
Faço o amor acontecer
Quando amo é pra valer
Quando amo é pra valer
Dou carinho me entrego
Faço o amor acontecer
Vamos namorar
Beijar na boca
[Ivete Sangalo]
Ai de ti, ai de ti.
Vai se amarrar só querer saber de mim
Você vai se dar bem e eu também
Você vai se dar bem e eu também
Comigo é na base do beijo
Comigo é na base do amor
Comigo não tem disse me disse
Não tem chove não molha desse jeito que sou
Quando amo é pra valer
Quando amo é pra valer
Dou carinho me entrego
Faço o amor acontecer
Quando amo é pra valer
Quando amo é pra valer
Dou carinho me entrego
Faço o amor acontecer
Vamos namorar
Beijar na boca
[Ivete Sangalo]
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
You Oughta Know
I want you to know
That I'm happy for you
I wish nothing but
The best for you both
An older version of me
Is she perverted like me?
Would she go down on you in a theater?
Does she speak eloquently?
And would she have your baby?
I'm sure she'd make a really excellent mother
'Cause the love that you gave, that we made
Wasn't able to make it enough
For you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died? 'Til you died?
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
You seem very well
Things look peaceful
I'm not quite as well
I thought you should know
Did you forget about me, Mr. Duplicity?
I hate to bug you in the middle of dinner
But it was a slap in the face
How quickly I was replaced
And are you thinking of me when you fuck her?
'Cause the love that you gave, that we made
Wasn't able to make it enough
For you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died? 'Til you died?
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
'Cause the joke that you laid in the bed
That was me, and I'm not going to fade as soon
As you close your eyes, and you know it
And everytime I scratch my nail
Down someone else's back, I hope you feel it
Well, can you feel it?
Well, I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
[Alanis Morrisette]
That I'm happy for you
I wish nothing but
The best for you both
An older version of me
Is she perverted like me?
Would she go down on you in a theater?
Does she speak eloquently?
And would she have your baby?
I'm sure she'd make a really excellent mother
'Cause the love that you gave, that we made
Wasn't able to make it enough
For you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died? 'Til you died?
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
You seem very well
Things look peaceful
I'm not quite as well
I thought you should know
Did you forget about me, Mr. Duplicity?
I hate to bug you in the middle of dinner
But it was a slap in the face
How quickly I was replaced
And are you thinking of me when you fuck her?
'Cause the love that you gave, that we made
Wasn't able to make it enough
For you to be open wide, no
And every time you speak her name
Does she know how you told me you'd hold me
Until you died? 'Til you died?
But you're still alive
And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
'Cause the joke that you laid in the bed
That was me, and I'm not going to fade as soon
As you close your eyes, and you know it
And everytime I scratch my nail
Down someone else's back, I hope you feel it
Well, can you feel it?
Well, I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know
[Alanis Morrisette]
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Amor...
Amor é a coisa mais alegre
amor é a coisa mais triste
amor é coisa que mais quero.
Por causa dele falo palavras como lanças.
Amor é a coisa mais alegre
amor é a coisa mais triste
amor é coisa que mais quero.
Por causa dele podem entalhar-me,
Sou de pedra sabão.
Alegre ou triste,
amor é coisa que mais quero.
Adélia Prado
Será?
amor é a coisa mais triste
amor é coisa que mais quero.
Por causa dele falo palavras como lanças.
Amor é a coisa mais alegre
amor é a coisa mais triste
amor é coisa que mais quero.
Por causa dele podem entalhar-me,
Sou de pedra sabão.
Alegre ou triste,
amor é coisa que mais quero.
Adélia Prado
Será?
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Da fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
[vinicius de moraes - soneto da fidelidade]
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
[vinicius de moraes - soneto da fidelidade]
Enfim
O dia mais esperado chegou. Meu coração finalmente está vazio!! Aquela sensação de sentimento zero, sabe? Ouvir uma música romântica e não pensar em ninguém!! E estar bem assim!!
Nem acredito!!
Enfim...
Nem acredito!!
Enfim...
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Do meu carnaval...
Eu estava numa vida de horror
Com a cabeça baixa sem ninguém me dar valor
Eu tava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)
Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre
Já me livrei daquela vida tão vulgar
Me vacinei de tudo que podia me pegar
Corri atrás (tchururu)
Quem tenta faz (tchururu)
Eu ando muito a fim de experimentar
Meter o pé na jaca sem ter que me preocupar
Eu quero mais, mais, mais, mais...
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre
Eu estava numa vida de horror
Com a cabeça doida sem ninguém me dar valor
Andava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)
Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre
Com a cabeça baixa sem ninguém me dar valor
Eu tava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)
Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre
Já me livrei daquela vida tão vulgar
Me vacinei de tudo que podia me pegar
Corri atrás (tchururu)
Quem tenta faz (tchururu)
Eu ando muito a fim de experimentar
Meter o pé na jaca sem ter que me preocupar
Eu quero mais, mais, mais, mais...
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre
Eu estava numa vida de horror
Com a cabeça doida sem ninguém me dar valor
Andava atrás (tchururu) da minha paz (tchururu)
Agora que mudou a situação
Choveu na minha horta vai sobrar na plantação
Deixei pra trás (tchururu), pois tanto faz (tchururu)
Eu quero mais é beijar na boca
Eu quero mais é beijar na boca (eu quero mais)
Eu quero mais é beijar na boca
E ser feliz daqui pra frente... pra sempre
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Foi um rio que passou em minha vida...
Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração
Tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos
Ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos
Ficou, ficou
Só um amor pode apagar...
Porém! Ai porém!
Há um caso diferente
Que marcou num breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de Carnaval
Carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém
Que não me lembro anunciou
Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou...
Ah! Minha Portela!
Quando vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir
Aquele azul
Não era do céu
Nem era do mar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar!
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração
Tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos
Ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos
Ficou, ficou
Só um amor pode apagar...
Porém! Ai porém!
Há um caso diferente
Que marcou num breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de Carnaval
Carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém
Que não me lembro anunciou
Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou...
Ah! Minha Portela!
Quando vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir
Aquele azul
Não era do céu
Nem era do mar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Abololô
"Abololô, abolocô
E a saudade vem
Vem pra dizer que no peito
Há vazio há falta de alguém
Abololô, abolocô
E a saudade vem
Vem pra qualquer um qualquer hora
Por alguém que foi pra longe já volta
Foi para não mais voltar
Gente que sente e que chora
Alguém que foi embora"
[marisa monte]
E a saudade vem
Vem pra dizer que no peito
Há vazio há falta de alguém
Abololô, abolocô
E a saudade vem
Vem pra qualquer um qualquer hora
Por alguém que foi pra longe já volta
Foi para não mais voltar
Gente que sente e que chora
Alguém que foi embora"
[marisa monte]
Você
Você, que tanto tempo faz,
Você que eu não conheço mais
Você, que um dia eu amei demais
Você, que ontem me sufocou
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você, que já não diz pra mim
As coisas que eu preciso ouvir
Você, que até hoje eu não esqueci
Você que, eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade, aqui em mim
Você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que já não lhe dou
Fui tanto pra você
E hoje nada sou
Mas a certeza é única: quem perdeu, foi você...
"Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis." Machado de Assis.
"R. amou-me durante 3 meses e 20 noites de sexo." J.M.N.
Você que eu não conheço mais
Você, que um dia eu amei demais
Você, que ontem me sufocou
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você, que já não diz pra mim
As coisas que eu preciso ouvir
Você, que até hoje eu não esqueci
Você que, eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade, aqui em mim
Você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que já não lhe dou
Fui tanto pra você
E hoje nada sou
Mas a certeza é única: quem perdeu, foi você...
"Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis." Machado de Assis.
"R. amou-me durante 3 meses e 20 noites de sexo." J.M.N.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Mais uma vez
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Tem gente que está
Do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar...
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia
A gente aprende
Se você quiser alguém
Em quem confiar
Confie em si mesmo...
Quem acredita
Sempre alcança...
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Nunca deixe que lhe digam:
Que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos
Nunca vão dar certo
Ou que você nunca
Vai ser alguém...
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia
A gente aprende
Se você quiser alguém
Em quem confiar
Confie em si mesmo!...
Quem acredita
Sempre alcança...
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Tem gente que está
Do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar...
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia
A gente aprende
Se você quiser alguém
Em quem confiar
Confie em si mesmo...
Quem acredita
Sempre alcança...
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Nunca deixe que lhe digam:
Que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos
Nunca vão dar certo
Ou que você nunca
Vai ser alguém...
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia
A gente aprende
Se você quiser alguém
Em quem confiar
Confie em si mesmo!...
Quem acredita
Sempre alcança...
Mas pra quê
Tanto sofrimento,
Se nos seus há o lento
Deslizar da noite?
Mas pra quê
Tanto sofrimento,
Se lá fora o vento
É um canto na noite?
Mas pra quê
Tanto sofrimento,
Se agora, ao relento.
Cheira a flor da noite?
Mas pra quê
Tanto sofrimento,
Se o meu pensamento
É livre na noite?
Tema e Voltas, Manuel Bandeira
Não é, de forma alguma, menosprezo pelo sofrimento. Acho inclusive que Bandeira bem escreveu muito o remoendo, mas de nada adiantaria alimentar ainda mais o que já está em você. Sei que é difícil. Sei que dói muito. Sei que parece que jamais passará, que nada será pior que isso. Sei como é sentir que o mundo pode acabar lá fora, que pode acontecer o que for mas aquele aperto no peito parece que vai continuar, junto com um rio de lágrimas que insiste em sair pelas janelas e gritar pra todo mundo que, 'não, não está tudo bem', ainda que tudo que queira fosse fechar todas as saídas da alma e ficar lá no cantinho remoendo os próprios pensamentos sozinha. Sei também que meio mundo já deve ter falado coisas parecidas. Sei que até você deve ter falado algo assim com muita gente, mas que agora parece que nada faz sentido ante a dor que embaralha tudo. Mas garanto que essas coisas passam e que fugir delas não é a melhor solução. Até porque, fugir pra longe de nada adianta quando o principal que te aflige está em você mesmo. Essas coisas acontecem e ainda acontecerão, esteja você de um lado ou de outro. Com o tempo a gente vai aprendendo como (a gente) funciona e (pasme!) mesmo assim na hora H nem sempre parece mais fácil. Mas a vida é assim mesmo e de repente, sem preceber como chegou aquele ponto do caminho, chegamos em algum ponto e uma olhada pra trás mostra que aquilo já ficou la longe e parece muito pequenino perto do presente e da paisagem maravilhosa que se encontra a nossa frente.
Tanto sofrimento,
Se nos seus há o lento
Deslizar da noite?
Mas pra quê
Tanto sofrimento,
Se lá fora o vento
É um canto na noite?
Mas pra quê
Tanto sofrimento,
Se agora, ao relento.
Cheira a flor da noite?
Mas pra quê
Tanto sofrimento,
Se o meu pensamento
É livre na noite?
Tema e Voltas, Manuel Bandeira
Não é, de forma alguma, menosprezo pelo sofrimento. Acho inclusive que Bandeira bem escreveu muito o remoendo, mas de nada adiantaria alimentar ainda mais o que já está em você. Sei que é difícil. Sei que dói muito. Sei que parece que jamais passará, que nada será pior que isso. Sei como é sentir que o mundo pode acabar lá fora, que pode acontecer o que for mas aquele aperto no peito parece que vai continuar, junto com um rio de lágrimas que insiste em sair pelas janelas e gritar pra todo mundo que, 'não, não está tudo bem', ainda que tudo que queira fosse fechar todas as saídas da alma e ficar lá no cantinho remoendo os próprios pensamentos sozinha. Sei também que meio mundo já deve ter falado coisas parecidas. Sei que até você deve ter falado algo assim com muita gente, mas que agora parece que nada faz sentido ante a dor que embaralha tudo. Mas garanto que essas coisas passam e que fugir delas não é a melhor solução. Até porque, fugir pra longe de nada adianta quando o principal que te aflige está em você mesmo. Essas coisas acontecem e ainda acontecerão, esteja você de um lado ou de outro. Com o tempo a gente vai aprendendo como (a gente) funciona e (pasme!) mesmo assim na hora H nem sempre parece mais fácil. Mas a vida é assim mesmo e de repente, sem preceber como chegou aquele ponto do caminho, chegamos em algum ponto e uma olhada pra trás mostra que aquilo já ficou la longe e parece muito pequenino perto do presente e da paisagem maravilhosa que se encontra a nossa frente.
sábado, 16 de janeiro de 2010
back to black
We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black
[Amy Winehouse]
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black
[Amy Winehouse]
Do Paco
Ontem fui ao Paco. Depois de 4 meses. Lá é o lugar que mais tenho boas lembranças. Meus insights com a Ari, minha "ficada" caliente com um certo Global ao som de "kiss", meu affair fixo com um certo dermatologista que insistia que o Paco seria o DJ do nosso casamento, vodka com energético (quando ainda não me fazia mal, pelo contrário...). Muito bom! E ter tido minha descarga adrenérgica tão necessária após 4 meses de seca, choro e frustração... Ok, 25 anos, cheio de amigos novinhos, 4º período da segunda faculdade. Não é o homem da minha vida, mas a pegada foi boa e é o que eu precisava. Pra tirar o ranso. Pra me mostrar que apesar das lembranças com outros caras, eu posso sim me divertir lá. E pra ter uma opção tb. Tô na pista e na minha lista agora não tem mais ninguém, o que não é bom. Foi bom sentir o perfume masculino de novo, ouvir coisas bacanas, se sentir bonita, com qualidades (além de tudo médica!). Bons fluidos. Finalmente!! E eu quero mais! Até pq carnaval é em Salvador...
Mas Ari, não tocou rehab... Mas eu tomei uma tequila por nós!
Mas Ari, não tocou rehab... Mas eu tomei uma tequila por nós!
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