Fica a dica pra galera descartável da prostituição: você só será respeitada a partir do momento em que se der o respeito.
Bjão!
Bye bitch!
sexta-feira, 29 de abril de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Amore mio
Hai già finito di utilizzare le tue puttane?
Hai già uciso tutte, specialmente la più troia e vagabonda? Se vorresti aiuto per uciderla, non hai bisogno di dire piu niente.. Volentiere.
Ma penso che tu lo sai cosa deve fare...
Appena aspetto e spero.
Solo tua, fino alla fine.
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Hai già uciso tutte, specialmente la più troia e vagabonda? Se vorresti aiuto per uciderla, non hai bisogno di dire piu niente.. Volentiere.
Ma penso che tu lo sai cosa deve fare...
Appena aspetto e spero.
Solo tua, fino alla fine.
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quarta-feira, 27 de abril de 2016
Compleanno
731 dias que te conheço e desde o primeiro dia uma imensa gama de sentimentos passa dentro de mim. Atração, paixão, dedicação, cumplicidade, cuidado, admiração, amor, decepção, tristeza, dor, ciúmes, conexão, rejeição, proteção, amizade, paz, raiva, sofrimento, dificuldade (grande) de entendimento, e muito mais.
235 dias que você decidiu cortar laços de comunicação comigo, baseado no argumento de estar "amando" outra pessoa.
122 dias que você está aqui tão perto, "amando" várias pessoas ao mesmo tempo. E pelo visto não fui/sou importante para você se dignar a me procurar em um momento sequer, nem como gratidão pelo que fiz por você em uma época em que ao menos enquanto você precisava de mim, eu parecia indispensável. (Ingratidão é um sentimento difícil de aceitar)
Quantos dias mais serão necessários, pra que eu volte a ser quem eu era antes de você?
Com ou sem você?
sábado, 23 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Da vida
"Enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida."
Machado de Assis
Do sonho
"Repousa com teu sonho em meu sonho.
Amor, dor, trabalhos, devem dormir agora.
Gira a noite sobra suas invisíveis rodas
e junto a mim és pura como âmbar dormido.
Nenhuma mais, amor, dormirá com meus sonhos.
Irás, iremos juntos pelas águas do tempo.
Nenhuma mais viajará pela sombra comigo,
só tu, sempre-viva, sempre sol, sempre lua.
Já tuas mãos abriram os punhos delicados
e deixaram cair suaves sinais sem rumo,
teus olhos se fecharam como duas asas cinzas.
Enquanto eu sigo a água que levas e me leva:
a noite, o mundo, o vento enovelam seu destino,
e já não sou sem ti senão apenas teu sonho."
[Pablo Neruda]
Amor, dor, trabalhos, devem dormir agora.
Gira a noite sobra suas invisíveis rodas
e junto a mim és pura como âmbar dormido.
Nenhuma mais, amor, dormirá com meus sonhos.
Irás, iremos juntos pelas águas do tempo.
Nenhuma mais viajará pela sombra comigo,
só tu, sempre-viva, sempre sol, sempre lua.
Já tuas mãos abriram os punhos delicados
e deixaram cair suaves sinais sem rumo,
teus olhos se fecharam como duas asas cinzas.
Enquanto eu sigo a água que levas e me leva:
a noite, o mundo, o vento enovelam seu destino,
e já não sou sem ti senão apenas teu sonho."
[Pablo Neruda]
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Das ofensas
O único argumento que uma putinha tem pra tentar ofender outras pessoas é falando de superficialidades, como aparencia, beleza, etc...
Quem é oca por dentro e não possui nenhum valor moral ou qualidade (alem da vagina/anus), vai falar o que de alguem? Nao tem o que argumentar mesmo...
E o que vem de baixo, não me atinge.
O seu recalque bate no brilho da minha alma e volta. Bjão!
Quem é oca por dentro e não possui nenhum valor moral ou qualidade (alem da vagina/anus), vai falar o que de alguem? Nao tem o que argumentar mesmo...
E o que vem de baixo, não me atinge.
O seu recalque bate no brilho da minha alma e volta. Bjão!
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Da esperança
"Nas tardes de chuva fina e persistente, se o amado estiver longe e o peso invisível de sua ausência for insuportável, colha de sua horta 28 folhas novas de melissa e leve as ao fogo num litro de água, para um chá. Quando a água ferver deixe o vapor molhar a polpa de seus dedos e mexa três vezes com uma colher de pau. Tire do fogo e deixe descansar por dois minutos.
Não ponha açúcar, beba gole a gole de costas para a tarde, numa xícara branca. Se depois de meio litro você não notar certo alívio atrás do esterno, requente o chá e acrescente duas colheres de raspas de rapadura. Se no fim da tarde a agonia persistir, pode ter certeza de que ele não vai voltar. Ou vai voltar em outra tarde, e já muito mudado."
(Héctor Abad in “Livro de receitas para mulheres tristes”)
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Del mare
"Vedessi com’è grande il pensiero del mare
dove il mio dolce amore oggi è andato a pescare
vedessi com’è grande la vela del pensiero
eppure sono sola come un vecchio mistero
vedessi che coralli ci sono in fondo al mare
e lui non mi ha pescato perché doveva andare
vedessi come piango un pianto universale
un amore così bello non doveva far male..."
[Alda Merini]
dove il mio dolce amore oggi è andato a pescare
vedessi com’è grande la vela del pensiero
eppure sono sola come un vecchio mistero
vedessi che coralli ci sono in fondo al mare
e lui non mi ha pescato perché doveva andare
vedessi come piango un pianto universale
un amore così bello non doveva far male..."
[Alda Merini]
quarta-feira, 13 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Do sal
Que essas lágrimas que descem pelos meus olhos agora levem com elas o pouco que restou dos meus sentimentos por você.
Pois você já provou com todas as formas de omissão e indiferença existentes que não sente nada por mim e pior ainda, sente prazer em pisar nos meus sentimentos e me fazer sofrer.
Desejo de verdade que você e suas putas sejam felizes.
Pois você já provou com todas as formas de omissão e indiferença existentes que não sente nada por mim e pior ainda, sente prazer em pisar nos meus sentimentos e me fazer sofrer.
Desejo de verdade que você e suas putas sejam felizes.
Do conformismo
"Então chegou o dia em que ela se conformou.
Ela não sabia bem como, não sabia bem quando, nem mesmo o porquê.
Mas se conformou.
Em uma noite qualquer, aqueles anos passaram por sua cabeça. Ela se lembrou de tudo. Fechou os olhos e sentiu a esperança, que carregou em seu peito durante todo esse tempo, escorrer como grãos de areia por entre dedos.
Balbuciou meia dúzia de palavras sozinha em uma mesa de bar. Tomou um gole de cerveja. Veio um gosto amargo, que conhecia muito bem. Era o mesmo gosto amargo que há tantos anos habitava sua boca.
Emudeceu de pavor. Seus pequenos olhos cor de mel abriram-se como se estivesse no escuro, à procura daquela dor. A dor da espera por algo que jamais chegaria. Essa dor que era a única coisa familiar que ela conhecia.
Olhou dentro de si e nada. Não estava lá.
Estava aterrorizada e confusa: poderia pensar em si como alguém merecedor de algo que não fosse a esperança surrada de tantos anos?
Olhou pro seu all star tão sujo e surrado quanto a tal. Percebeu que havia cuidado de sua vida como cuidava de seu tênis. Sua boca, já machucada com o peso dos anos, se entreabriu e sussurrou algum adjetivo sobre si mesma que jamais se saberá.
Pensou em pensar nisso no dia seguinte, como tantas vezes a aconselharam. Mas o pensamento insistia.
Decidiu ir pra casa.
Dormiu. Sonhou. Não se lembrou de nada quando acordou.
O momento que mais temia realmente chegara: ela se conformou. Justo ela, que jamais se conformara com coisa alguma. Justo ela, que jamais desistira.
Já não havia mais o que fazer.
Percebeu que, se não morrera naquele exato momento, não lhe restava nada, a não ser recomeçar."
[Thais Lima]
Ela não sabia bem como, não sabia bem quando, nem mesmo o porquê.
Mas se conformou.
Em uma noite qualquer, aqueles anos passaram por sua cabeça. Ela se lembrou de tudo. Fechou os olhos e sentiu a esperança, que carregou em seu peito durante todo esse tempo, escorrer como grãos de areia por entre dedos.
Balbuciou meia dúzia de palavras sozinha em uma mesa de bar. Tomou um gole de cerveja. Veio um gosto amargo, que conhecia muito bem. Era o mesmo gosto amargo que há tantos anos habitava sua boca.
Emudeceu de pavor. Seus pequenos olhos cor de mel abriram-se como se estivesse no escuro, à procura daquela dor. A dor da espera por algo que jamais chegaria. Essa dor que era a única coisa familiar que ela conhecia.
Olhou dentro de si e nada. Não estava lá.
Estava aterrorizada e confusa: poderia pensar em si como alguém merecedor de algo que não fosse a esperança surrada de tantos anos?
Olhou pro seu all star tão sujo e surrado quanto a tal. Percebeu que havia cuidado de sua vida como cuidava de seu tênis. Sua boca, já machucada com o peso dos anos, se entreabriu e sussurrou algum adjetivo sobre si mesma que jamais se saberá.
Pensou em pensar nisso no dia seguinte, como tantas vezes a aconselharam. Mas o pensamento insistia.
Decidiu ir pra casa.
Dormiu. Sonhou. Não se lembrou de nada quando acordou.
O momento que mais temia realmente chegara: ela se conformou. Justo ela, que jamais se conformara com coisa alguma. Justo ela, que jamais desistira.
Já não havia mais o que fazer.
Percebeu que, se não morrera naquele exato momento, não lhe restava nada, a não ser recomeçar."
[Thais Lima]
domingo, 10 de abril de 2016
Da troca
"Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastamos tudo menos o silêncio.
Gastamos os olhos com o sal das lágrimas,
gastamos as mãos à força de as apertarmos,
gastamos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais eu te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo em que trocávamos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastamos as palavras.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
Adeus."
[Eugenio de Andrade]
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastamos tudo menos o silêncio.
Gastamos os olhos com o sal das lágrimas,
gastamos as mãos à força de as apertarmos,
gastamos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais eu te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo em que trocávamos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastamos as palavras.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
Adeus."
[Eugenio de Andrade]
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Do ceu
“Olha pra cima, porque é lá que estão as melhores coisas”.
Soltou a frase assim, no meio da rua, da boca pra fora, num supetão de pensamento que ela mesma se surpreendeu. Ele riu, sem entender muito bem o que aquilo significava.
Levantou a cabeça, avistou o céu.
Azul, nuvens brancas, como havia de ser.
Nuvens. Pragmaticamente são só nuvens.
Essa densidade formada pela condensação de partículas de água.
Cobriu os olhos dele e sorriu. “Lá em cima tem felicidade”.
É lá no alto que estão as verdades, o elevado, a existência de si.
E o amor.
Mas depois que viramos adultos, nos acostumamos a sempre olhar pra baixo.
O concreto, o palpável, aquilo que cabe dentro das coisas classificáveis. E só.
Aqui embaixo não tem a surpresa, ou o incompreensível, ou o sentir dentro do peito a pequenez das gentes diante do firmamento.
Já o céu é igual em todos os lugares.
Tudo um só, unindo de alguma forma o que somos.
Bichos. Ser, humano.
Ser humano é ser estúpido.
É magoar o que se ama em busca de sensações. De liberdade.
Uma falsa liberdade, porque sem consciência de si, não se é livre.
E daí vem o sofrimento. A dor.
O que se faz é o que se é, o que se tem é o que se é.
E ponto final.
Mas ela não, ela criava seu próprio céu. Dentro.
E acreditava que todos teriam a mesma coragem de perceber o outro. E chorava.
De um choro tão verdadeiro que causava piedade em qualquer um que passasse por sua janela aberta. Menos nele.
Ele, esporadicamente sem culpa pela sua solidão. A dela.
Aceite seu isolamento, mas não concorde.
Abaixe a cabeça como um cavalo amordaçado e fique aí, quietinha, esperando seu dono chegar.
Mal sabe ele que quem mais sofre é aquele que machuca.
O céu dos dois, agora, completamente diferente.
Ana Paula Magalhães
Soltou a frase assim, no meio da rua, da boca pra fora, num supetão de pensamento que ela mesma se surpreendeu. Ele riu, sem entender muito bem o que aquilo significava.
Levantou a cabeça, avistou o céu.
Azul, nuvens brancas, como havia de ser.
Nuvens. Pragmaticamente são só nuvens.
Essa densidade formada pela condensação de partículas de água.
Cobriu os olhos dele e sorriu. “Lá em cima tem felicidade”.
É lá no alto que estão as verdades, o elevado, a existência de si.
E o amor.
Mas depois que viramos adultos, nos acostumamos a sempre olhar pra baixo.
O concreto, o palpável, aquilo que cabe dentro das coisas classificáveis. E só.
Aqui embaixo não tem a surpresa, ou o incompreensível, ou o sentir dentro do peito a pequenez das gentes diante do firmamento.
Já o céu é igual em todos os lugares.
Tudo um só, unindo de alguma forma o que somos.
Bichos. Ser, humano.
Ser humano é ser estúpido.
É magoar o que se ama em busca de sensações. De liberdade.
Uma falsa liberdade, porque sem consciência de si, não se é livre.
E daí vem o sofrimento. A dor.
O que se faz é o que se é, o que se tem é o que se é.
E ponto final.
Mas ela não, ela criava seu próprio céu. Dentro.
E acreditava que todos teriam a mesma coragem de perceber o outro. E chorava.
De um choro tão verdadeiro que causava piedade em qualquer um que passasse por sua janela aberta. Menos nele.
Ele, esporadicamente sem culpa pela sua solidão. A dela.
Aceite seu isolamento, mas não concorde.
Abaixe a cabeça como um cavalo amordaçado e fique aí, quietinha, esperando seu dono chegar.
Mal sabe ele que quem mais sofre é aquele que machuca.
O céu dos dois, agora, completamente diferente.
Ana Paula Magalhães
quarta-feira, 6 de abril de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Da Rihanna
Traição é traição.
Romance é romance.
Amor é amor.
e as putas são as putas.
Ah.. e mentiroso é mentiroso.
Romance é romance.
Amor é amor.
e as putas são as putas.
Ah.. e mentiroso é mentiroso.
quinta-feira, 10 de março de 2016
O blog é meu e eu posto o que eu quiser
E tinha uma putinha
que se chamava Rayane
Um dia fiquei com fome
e papei a Rayane
Rayane
Rayane
Tinha cara de babaca
Rayane
Rayane
Botava ovo pela cloaca
Rayane
Rayane
Transava ate com urubu
Rayane
Rayane
Botava ovo pelo cu.
que se chamava Rayane
Um dia fiquei com fome
e papei a Rayane
Rayane
Rayane
Tinha cara de babaca
Rayane
Rayane
Botava ovo pela cloaca
Rayane
Rayane
Transava ate com urubu
Rayane
Rayane
Botava ovo pelo cu.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Dela
"Ela morava aqui. Sempre quieta e fria.
Passei muitas noites em claro com ela me encarando.
Seca. Pálida. Maldita.
Seca. Pálida. Maldita.
Aquela tarde em que você me acompanhou,
estranhamente ela não voltou pra casa, nunca mais.
estranhamente ela não voltou pra casa, nunca mais.
Ao invés de seu típico silêncio devastador, eu ouvia, dessa vez, os teus passos na cozinha, preparando nosso café.
Não havia noites geladas.
Não havia cigarros acompanhados da vontade de pular pro infinito derradeiro.
Não havia noites geladas.
Não havia cigarros acompanhados da vontade de pular pro infinito derradeiro.
Dessa vez, os olhos que me fitavam eram quentes e me confortavam, acompanhados de mãos que passeavam por mim. Quando você deixou de vir, de responder, de me atender, eu senti que ela me espreitava.
Quando recebi seu email e li o seu último e único adeus, afinal “…pessoalmente seria difícil pra mim…” a campainha tocou.
Quando recebi seu email e li o seu último e único adeus, afinal “…pessoalmente seria difícil pra mim…” a campainha tocou.
Levantei com frio na barriga, que coisa, dessa vez eu tinha certeza que não era você. Abri a porta, lá estava ela.
Chegou me olhando por cima dos ombros, ela sabia que eu não tinha outra opção.
Agora ela dividiria cada espaço da casa comigo novamente, metade da minha cama e muito do meu coração.
Seja bem-vinda de volta, Solidão."
[Ana Carolina Rocha]
Da vida
"Concedei-me, Senhor
A serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar;
Coragem para modificar aquelas que posso;
e Sabedoria para conhecer a diferença entre elas.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento de cada vez;
Aceitando que as dificuldades constituem o caminho à paz;
Aceitando, como Ele aceitou, este mundo tal como é,
e não como Ele queria que fosse;
Confiando que Ele acertará tudo
contanto que eu me entregue à Sua vontade;
Para que eu seja razoavelmente feliz nesta vida
e supremamente feliz com Ele eternamente na próxima.
Amém."
A serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar;
Coragem para modificar aquelas que posso;
e Sabedoria para conhecer a diferença entre elas.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento de cada vez;
Aceitando que as dificuldades constituem o caminho à paz;
Aceitando, como Ele aceitou, este mundo tal como é,
e não como Ele queria que fosse;
Confiando que Ele acertará tudo
contanto que eu me entregue à Sua vontade;
Para que eu seja razoavelmente feliz nesta vida
e supremamente feliz com Ele eternamente na próxima.
Amém."
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